Conceitos trabalhados: Modo de jogo; Site Swap e Truques; possibilidades de ações empregadas sobre o equipamento (Intercambio, Giro, Equilíbrio, Manipulação e Figuras); valorização do movimento; valorização do objeto; consciência corporal; planos e níveis e história do malabar.
Exercícios: alongamento; desconstrução corporal, exploração de objetos/corpo, contato; 3 bolas.
Discussões: Esporte, profissão ou hobbie?; Apresentação, postura estética e comunicação.
Ministrante: Artur Faleiros - Coletivo Enxame
Currículo: Estudante de Comunicação Social e tendências contemporâneas na arte circense, o malabarismo. Malabarista experimental há um ano participou de oficinas da convenção Paulista (Setembro) e Brasileira (Novembro) em 2009 além de 2 Intercircus (Bauru - Agosto e Botucatu - Outubro) e encontros regionais de malabarismo em São Paulo, Rio de Janeiro, Santos, São Bernardo e Bauru.
Foto: Felipe Albergard
Tato (Otavio Fantinato)
http://www.youtube.com/watch?
Das Model (Katakhombem)
http://www.youtube.com/watch?
Viktor Kee (Soleil) http://www.youtube.com/watch?
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Workshop de Malabares (por Vanessa Giovanella)
Começa a oficina de malabares ministrada por Artur Faleiros. A primeira parte marcada por teoria e apreciação do que seria uma “ técnica experimental de malabarismo de contato”.
Contato com uma bola que parece feita de nuvem, pela leveza com que era conduzida, mas que pesa como uma pedra grande e maciça. Clavas se cruzando no ar e sendo controladas como se fossem a extensão do braço do oficineiro, e olhos atentos e curiosos dos participantes, alguns com anos de experiência, outros com semanas ou dias de descoberta dessa manifestação artística.
A última etapa desse trabalho se fez poética pela beleza cheia de cores de bolas flutuantes nas mãos dos inscritos. A revelação de truques para sustentação e “travas” de um corpo humano que se mostra preciso e totalmente controlado e controlando objetos pesados, buscando encaixes anatômicos em peças feitas de plástico, duras, se tornando maleáveis nas mãos de quem faz com que o contato com o corpo vire um balé entre o manipulador e o objeto manipulado, até se tornar parte de um corpo dançante, cuja sutileza da imagem acalma os olhos e instiga o corpo.
Uma manhã cheia de informações e movimentos leves. Uma reunião de gente que vê melodia em objetos, e que tira deles o movimento que sustenta o encanto dos olhos, contornando o corpo em contato direto, desenhando formas diferentes e brincando com os tempos do ritmo, fazendo com que a linguagem seja percebida, tocada e sentida com poesia para ser realizada com precisão.
Fotos: Vanessa Giovanella
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